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Fundos de pensão credenciaram Master com documentos idênticos que faziam propaganda do banco
O Globo — blog da Malu GasparJohanns Ellerpublicada em 11/02/2026capturada em 04/09/2026Imprensa
Acesso
Reportagem que é a origem de toda a cobertura sobre a auditoria do Ministério da Previdência, assinada por Johanns Eller no blog de Malu Gaspar. A coluna afirma ter obtido o documento sigiloso e transcreve trechos. É a única fonte que declara ter lido o relatório; as demais publicações do mesmo dia reproduzem subconjuntos de suas citações, e nem todas creditam a origem.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
Verificação
- Verificada em
- 04/09/2026
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- orquestrador (captura local + leitura integral)
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- DDocumental diretoOs termos de credenciamento do Banco Master em regimes próprios de previdência são idênticos entre entes de estados diferentes, e a redação é promocional, feita pelo próprio banco. A constatação é agora da equipe, sobre duas cópias lidas integralmente: o Termo de Credenciamento nº 033/2024 da Alagoas Previdência e o Termo de Análise e Atestado de Credenciamento nº 001/2024 do Itaprevi, este último obtido nos autos do processo administrativo nº 200.000.015/2024. O texto coincide palavra por palavra. Nos autos de Itaguaí está também o e-mail pelo qual o banco remeteu a documentação, e o termo aparece duas vezes — uma versão sem assinatura, já preenchida, e outra assinada pelo dirigente da autarquia cinco dias depois da abertura do processo. A conclusão coincide com a da auditoria do Ministério da Previdência e com a do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, alcançadas de forma independente.
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