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FGC apoiou compra de banco que deu origem ao Master em 2019
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Relata que o FGC concedeu empréstimo emergencial de entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões ao Banco Máxima em 2019, como parte da operação que viabilizou a troca de controle; o pedido inicial seria de cerca de R$ 100 milhões, reduzido após problemas com imóveis oferecidos em garantia pela família Vorcaro. Traz a versão do FGC, segundo fonte com conhecimento direto: o empréstimo foi quitado regularmente, não se destinava a financiar a aquisição do banco, e 'o FGC não concede crédito com finalidade de compra'.
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoO FGC concedeu ao Banco Máxima, em 2019, empréstimo emergencial de entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões, como parte da operação que viabilizou a troca de controle da instituição. O pedido inicial seria de cerca de R$ 100 milhões, reduzido a cerca de um quinto após problemas com imóveis oferecidos em garantia pela família Vorcaro. Segundo o FGC, o empréstimo foi quitado regularmente e não se destinava a financiar a aquisição do banco, mas a socorrer instituição em dificuldades: 'o FGC não concede crédito com finalidade de compra'. É operação distinta, em valor e em data, do aporte de R$ 15,447 milhões atribuído ao fundo em dezembro de 2017 — nenhuma fonte localizada reconcilia os dois números.
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Nenhuma.