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Rui Costa defende processo de venda de supermercado estatal e operação

Folha de Pernambucopublicada em fev/2026capturada em 09/09/2026Imprensa

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Declarações do ex-governador da Bahia sobre a privatização: 'Eu vendi um supermercado falido, vocês acompanharam. Teve (leilão) três vezes, só consegui vender na terceira vez, um supermercado que dava quase R$ 200 milhões de prejuízo todo ano'. E sobre o cartão: 'Se não (estivesse inclusa a operação do cartão), nem tinha vendido. Se alguém pagou uma merreca de R$ 15 milhões, é porque tinha o cartão'.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
09/09/2026
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orquestrador (leitura de texto legal oficial e consulta à Receita Federal)
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoContraditório do ex-governador Rui Costa, cuja formulação é relevante por explicitar a natureza do ativo: 'Eu vendi um supermercado falido, vocês acompanharam. Teve (leilão) três vezes, só consegui vender na terceira vez, um supermercado que dava quase R$ 200 milhões de prejuízo todo ano.' E, sobre o cartão consignado: 'Se não (estivesse inclusa a operação do cartão), nem tinha vendido. Se alguém pagou uma merreca de R$ 15 milhões, é porque tinha o cartão.' A declaração sustenta a defesa da operação — uma estatal deficitária que o Estado não conseguia vender — e, ao mesmo tempo, reconhece que o valor pago se explicava pelo direito de explorar a folha dos servidores, não pelas lojas. Jaques Wagner, ao depor na CPMI do INSS em 26/02/2026, sustentou que a privatização era necessária diante de prejuízos anuais de até R$ 80 milhões. Augusto Lima não respondeu aos contatos da reportagem; o governo de Jerônimo Rodrigues declarou, em 25/03/2026, aguardar parecer da Procuradoria-Geral do Estado para avaliar o contrato, que segue vigente.

Documentos

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