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BC aperta regra de captação com garantia do FGC e exige de bancos aplicação em ativos de maior qualidade
Acesso
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- https://diariodocomercio.com.br/?p=577063
Texto da Folhapress, de 24/04/2026, que relata o aperto das regras para captações com garantia do FGC aprovado pelo CMN em 23/04/2026, o cronograma de alocação em títulos públicos federais (inicialmente 5%, 15% em janeiro de 2027, 30% em julho de 2027, 60% em janeiro de 2028 e 100% em julho de 2028), a citação da nota do BC sobre risco moral e a afirmação do próprio veículo de que a decisão ocorre no rastro da crise do Banco Master.
Texto lido por lote:fonte em 23/10/2026. Republicação regional de texto da Folhapress, registrada como uma só fonte. O texto associa o primeiro degrau de 5% ao início da vigência, em 1º de junho; o PDF consolidado fixa 1º de julho de 2026 para o primeiro fator (0,05); vale o PDF. Menções a Daniel Vorcaro e à estratégia de captação do Master são do veículo e não são importadas.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
Verificação
- Verificada em
- 23/10/2026
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- orquestrador (lote:fonte, leitura direta)
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoSegundo nota do Banco Central citada pela Reuters (Money Times), pelo Capital Aberto e pela Folhapress, as medidas aprovadas pelo CMN em 23/04/2026 complementam o arcabouço existente e visam mitigar o risco moral associado a captações excessivamente ancoradas na garantia do FGC.
- AAlegaçãoA Folhapress afirma, em texto próprio, que a decisão do BC de apertar as regras de captação com garantia do FGC ocorre no rastro da crise gerada no mercado pelo Banco Master.
Documentos
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Atos públicos
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Nenhuma.