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BC aperta regra de captação com garantia do FGC e exige de bancos aplicação em ativos de maior qualidade

Diário do Comércio (Folhapress)Nathalia Garciapublicada em 24/04/2026capturada em 23/10/2026Agência de notícias

Acesso

Texto da Folhapress, de 24/04/2026, que relata o aperto das regras para captações com garantia do FGC aprovado pelo CMN em 23/04/2026, o cronograma de alocação em títulos públicos federais (inicialmente 5%, 15% em janeiro de 2027, 30% em julho de 2027, 60% em janeiro de 2028 e 100% em julho de 2028), a citação da nota do BC sobre risco moral e a afirmação do próprio veículo de que a decisão ocorre no rastro da crise do Banco Master.

Texto lido por lote:fonte em 23/10/2026. Republicação regional de texto da Folhapress, registrada como uma só fonte. O texto associa o primeiro degrau de 5% ao início da vigência, em 1º de junho; o PDF consolidado fixa 1º de julho de 2026 para o primeiro fator (0,05); vale o PDF. Menções a Daniel Vorcaro e à estratégia de captação do Master são do veículo e não são importadas.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

Verificação

Verificada em
23/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoSegundo nota do Banco Central citada pela Reuters (Money Times), pelo Capital Aberto e pela Folhapress, as medidas aprovadas pelo CMN em 23/04/2026 complementam o arcabouço existente e visam mitigar o risco moral associado a captações excessivamente ancoradas na garantia do FGC.
  • AAlegaçãoA Folhapress afirma, em texto próprio, que a decisão do BC de apertar as regras de captação com garantia do FGC ocorre no rastro da crise gerada no mercado pelo Banco Master.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Relações derivadas

Nenhuma.