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Pessoa · Empresário

Ascendino Madureira Garcia

Operador financeiro; ex-funcionário da Foco DTVM e depois da Master Corretora

Também: Dino

2 conexões0 eventos0 fontes oficiais1 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Resumo

Conhecido como 'Dino'. Foi funcionário da Foco DTVM até 2018 e em seguida passou à Master Corretora, atuando como operador de Daniel Vorcaro. É apontado como braço direito de Benjamim Botelho de Almeida nos desvios apurados na Operação Fundo Fake, e foi denunciado em 2023 por gestão fraudulenta e organização criminosa, sem julgamento até a data desta atualização. Foi também denunciado pela PGR em 2021 no esquema de propina da Odebrecht, no âmbito da Lava Jato. Nega: afirma que a associação de seu nome à investigação é 'indevida e baseada em um grande equívoco'; advogados de Vorcaro afirmam que ele não exercia funções de gestão. É o vínculo pessoal documentado e datado entre a estrutura investigada em Rondônia e o ecossistema Master.

Por que está no Novelo?

Trabalhou sucessivamente nas duas estruturas — a distribuidora investigada em Rondônia e a corretora do Banco Master —, sendo o elo pessoal mais concreto entre as duas frentes.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Negativa· 04/02/2026

    Afirma que a associação de seu nome à investigação é 'indevida e baseada em um grande equívoco'.

    Fontes: O Antagonista

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • AAlegaçãoDaniel Vorcarooperador na Master Corretora, a partir de 20182018
  • AAlegaçãoFoco DTVMfuncionário até 2018

Relações por categoria2

Profissional 2

Daniel Vorcaro· operador na Master Corretora, a partir de 2018AAlegaçãoNão verificadodesde 2018
ProfissionalProfissionalconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

Após deixar a Foco DTVM em 2018, passou à Master Corretora, atuando como operador de Vorcaro. Advogados de Vorcaro afirmam que ele não exercia funções de gestão.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDaniel Vorcaro foi alvo da Operação Fundo Fake, investigado por suspeitas de envolvimento em esquema de desvio de recursos de fundos de previdência de municípios — e ainda assim recebeu, em outubro de 2019, autorização do Banco Central para se tornar controlador do Banco Máxima. Depois que a investigação chegou à Justiça Federal, em 2019, ele, Benjamim Botelho de Almeida e outros onze alvos foram objeto de mandados de prisão, cautelares que nunca foram cumpridas e cuja ordem judicial acabou anulada meses depois. O inquérito foi posteriormente trancado pelo TRF-1, em 2023. A defesa de Vorcaro sustenta que ele foi 'formalmente excluído da investigação' e que é 'falsa e difamatória qualquer tentativa de associar seu nome aos fatos apurados', porque à época dos fatos ainda não havia adquirido o controle do banco nem mantinha vínculo com a instituição. O argumento tem lastro cronológico parcial: os fatos denunciados são de dezembro de 2010 a abril de 2016, e Vorcaro só assumiu o controle do Máxima em outubro de 2019 — de modo que tratar o Banco Máxima como veículo dele em 2016 seria anacronismo. O que sobrevive ao teste temporal é a via familiar, não a bancária.

Posição dos envolvidos

  • Negativa· 04/02/2026

    Advogados de Vorcaro afirmam que Ascendino não exercia funções de gestão; ele próprio diz que a associação de seu nome à investigação é indevida.

    Fontes: O Antagonista

Foco DTVM· funcionário até 2018AAlegaçãoNão verificado
ProfissionalProfissionalconfiança 70%até 2018

Por que estes nós estão conectados?

Ascendino Madureira Garcia foi funcionário da Foco DTVM até 2018, sendo apontado como braço direito de Benjamim Botelho de Almeida nos desvios apurados na Operação Fundo Fake.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDaniel Vorcaro foi alvo da Operação Fundo Fake, investigado por suspeitas de envolvimento em esquema de desvio de recursos de fundos de previdência de municípios — e ainda assim recebeu, em outubro de 2019, autorização do Banco Central para se tornar controlador do Banco Máxima. Depois que a investigação chegou à Justiça Federal, em 2019, ele, Benjamim Botelho de Almeida e outros onze alvos foram objeto de mandados de prisão, cautelares que nunca foram cumpridas e cuja ordem judicial acabou anulada meses depois. O inquérito foi posteriormente trancado pelo TRF-1, em 2023. A defesa de Vorcaro sustenta que ele foi 'formalmente excluído da investigação' e que é 'falsa e difamatória qualquer tentativa de associar seu nome aos fatos apurados', porque à época dos fatos ainda não havia adquirido o controle do banco nem mantinha vínculo com a instituição. O argumento tem lastro cronológico parcial: os fatos denunciados são de dezembro de 2010 a abril de 2016, e Vorcaro só assumiu o controle do Máxima em outubro de 2019 — de modo que tratar o Banco Máxima como veículo dele em 2016 seria anacronismo. O que sobrevive ao teste temporal é a via familiar, não a bancária.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências1

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Daniel Vorcaro foi alvo da Operação Fundo Fake, investigado por suspeitas de envolvimento em esquema de desvio de recursos de fundos de previdência de municípios — e ainda assim recebeu, em outubro de 2019, autorização do Banco Central para se tornar controlador do Banco Máxima. Depois que a investigação chegou à Justiça Federal, em 2019, ele, Benjamim Botelho de Almeida e outros onze alvos foram objeto de mandados de prisão, cautelares que nunca foram cumpridas e cuja ordem judicial acabou anulada meses depois. O inquérito foi posteriormente trancado pelo TRF-1, em 2023. A defesa de Vorcaro sustenta que ele foi 'formalmente excluído da investigação' e que é 'falsa e difamatória qualquer tentativa de associar seu nome aos fatos apurados', porque à época dos fatos ainda não havia adquirido o controle do banco nem mantinha vínculo com a instituição. O argumento tem lastro cronológico parcial: os fatos denunciados são de dezembro de 2010 a abril de 2016, e Vorcaro só assumiu o controle do Máxima em outubro de 2019 — de modo que tratar o Banco Máxima como veículo dele em 2016 seria anacronismo. O que sobrevive ao teste temporal é a via familiar, não a bancária.

    Atribuída a: Estadão Conteúdo e Times Brasil; a exclusão formal da investigação é afirmação da defesa, não confirmada em peça processual lida pela equipe

    fontefonte

Fontes3

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
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