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Organização · Órgão público

Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Maceió (Iprev)

2 conexões0 eventos0 fontes oficiais2 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Instituto de previdência municipal de Maceió (AL). Aplicou entre R$ 97 e R$ 117 milhões (valores variam conforme a fonte) em letras financeiras do Banco Master entre dezembro de 2023 e maio de 2024. Alvo de busca e apreensão da PF em 10/08/2026. O ex-presidente Ronnie Reyner Teixeira Mota (maio/2023-setembro/2025) é apontado como tendo comprado carro e imóvel em espécie após o aporte; a consultoria Crédito e Mercado, já mapeada em outro caso do corpus (Congonhas), é suspeita de ter 'omitido alertas de segurança' para favorecer a aplicação.

Por que está no Novelo?

É um dos regimes próprios de previdência expostos ao Master ainda não mapeado no corpus, com a mesma consultoria e o mesmo executivo (Renan Foglia Calamia) já identificados em outro caso (Congonhas) — reforçando o padrão de atuação da Crédito e Mercado em múltiplos RPPS.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • A consultoria nega ter orientado o aporte, alegando que a PF interpretou de forma equivocada a natureza técnica das Autorizações de Aplicação e Resgate (APRs) que produziu; o corpus não obteve essas APRs.
  • NOVO (13/09/2026): João Henrique Caldas (JHC), ex-prefeito de Maceió e candidato ao governo de Alagoas, foi identificado por um juiz federal como "responsável legal da unidade gestora" do Iprev perante o Ministério da Previdência Social no período dos aportes — não formalmente investigado até esta coleta; o caso foi remetido ao STF para análise de competência.
  • NOVO (13/09/2026): em 28/10/2025, o advogado de Vorcaro Luiz Rennó Netto, ao estruturar um fundo para alocar os ativos do Rioprevidência, disse a Vorcaro "Faremos o mesmo em Maceió" — primeira ligação documental direta entre os dois esquemas, até então tratados como casos paralelos.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria2

Institucional 1

João Henrique Caldas (JHC)· responsável legal da unidade gestoraAAlegaçãoNão verificado
InstitucionalInstitucionalconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Um juiz federal registrou que João Henrique Caldas figurava como "responsável legal da unidade gestora" do Iprev de Maceió perante o Ministério da Previdência Social, com autoridade para nomear/exonerar a cúpula do instituto, no período em que este aportou R$ 97 milhões no Banco Master.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Profissional 1

Crédito e Mercado· fez o credenciamento e formou a documentação do aporte de R$ 97 milhõesAAlegaçãoDisputado
ProfissionalProfissionalconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a PF, a Crédito & Mercado foi contratada pelo Iprev de Maceió e participou da condução do credenciamento do Banco Master, da elaboração e validação de análises e da formação da documentação das operações — o que a autoridade policial caracteriza como 'terceirização imprópria de competência administrativa' do instituto. A consultoria nega ter orientado ou direcionado o aporte, alegando que a PF interpretou de forma equivocada a natureza técnica das Autorizações de Aplicação e Resgate (APRs) que produziu.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoA Polícia Federal aponta que a Crédito & Mercado, contratada pelo Iprev de Maceió, participou da condução do credenciamento do Banco Master, da elaboração e validação de análises e da formação da documentação das operações, caracterizando isso como terceirização imprópria de competência administrativa do instituto.
  • AAlegaçãoA Crédito & Mercado nega ter orientado ou direcionado o aporte de R$ 97 milhões do Iprev de Maceió no Banco Master, alegando que a Polícia Federal interpretou de forma equivocada a natureza técnica das Autorizações de Aplicação e Resgate (APRs) que produziu, e afirma ter sabido da operação policial apenas pela imprensa.

Posição dos envolvidos

  • Negativapor Crédito e Mercado· ago/2026

    A consultoria nega ter orientado ou direcionado o aporte, alegando que a PF interpretou de forma equivocada a natureza técnica das Autorizações de Aplicação e Resgate (APRs) que produziu, e diz ter sabido da operação apenas pela imprensa.

    Fontes: NTTV

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências2

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    A Polícia Federal aponta que a Crédito & Mercado, contratada pelo Iprev de Maceió, participou da condução do credenciamento do Banco Master, da elaboração e validação de análises e da formação da documentação das operações, caracterizando isso como terceirização imprópria de competência administrativa do instituto.

    Atribuída a: Polícia Federal, conforme decisão que autorizou a Operação de 10/08/2026

    fontefonte

  • AAlegação

    A Crédito & Mercado nega ter orientado ou direcionado o aporte de R$ 97 milhões do Iprev de Maceió no Banco Master, alegando que a Polícia Federal interpretou de forma equivocada a natureza técnica das Autorizações de Aplicação e Resgate (APRs) que produziu, e afirma ter sabido da operação policial apenas pela imprensa.

    Atribuída a: Crédito e Mercado, em nota

    fonte

Fontes5

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
06/09/2026
Atualizado
10/09/2026
Revisão
published
Revisor
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