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Vorcaro fala em nulidade e cobra que PF investigue mensagens vazadas de seu celular
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Relata a petição enviada pela defesa de Vorcaro ao presidente do STF, Edson Fachin, na sexta-feira (16/10/2026), com trechos literais atribuídos à peça: pedido de investigação criminal ampla dos responsáveis pela divulgação de mensagens, "agentes públicos" ou "terceiros"; queixa de divulgação de conversas com advogados, que violaria o sigilo advogado-cliente; queixa de "espetacularização midiática"; e alegação de que as mensagens seriam "imprestáveis" para responsabilizá-lo.
Aberta com lote:fonte em 19/10/2026 (17/10, 12:20). Repórter de Judiciário em Brasília; os trechos literais citados são diferentes dos da Agência Brasil, o que indica leitura da peça. O título da aba do navegador é mais curto (sem a expressão sobre nulidade); usado o título exibido na matéria. A página trata também de outros assuntos, que o Novelo não registra.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- Verificada em
- 19/10/2026
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- orquestrador (lote:fonte, leitura integral)
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoSegundo O Tempo (17/10/2026), em petição enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, na sexta-feira (16/10), a defesa de Daniel Vorcaro requereu a instauração de uma "investigação criminal ampla" para apurar os responsáveis pela divulgação de mensagens, "agentes públicos" ou "terceiros"; afirmou que a divulgação de diálogos com seus advogados viola o sigilo advogado-cliente; reclamou de "espetacularização midiática" do caso; e sustentou que as mensagens extraídas do celular seriam "imprestáveis" para fundamentar a responsabilização dele pela Polícia Federal.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Nenhum.
Relações derivadas
Nenhuma.