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'Não adianta me matar': gestor que apontou 'dono do banco Master' diz ter provas com advogados
ND Maispublicada em 13/04/2026capturada em 19/09/2026Imprensa
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Em entrevista à Folha de S.Paulo, logo após seu depoimento à CPI do Crime Organizado (março de 2026), Vladimir Timerman, relatando preocupações com sua segurança pessoal, disse "Do que adianta me matar? Todas as informações que eu tenho meus advogados e meus sócios têm, não adianta me matar" — afirmando ter compartilhado com advogados e sócios todas as informações sensíveis que possui sobre os bastidores do Banco Master.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 19/09/2026
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