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Operação da PF contra Thiago Miranda no caso Master teve aval da PGR
Metrópolespublicada em jul/2026capturada em 09/09/2026Imprensa
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A Procuradoria-Geral da República manifestou-se favoravelmente à 10ª fase, afirmando que 'os elementos de informação até então colhidos são consistentes quanto à materialidade e à autoria delitiva' e que 'há fortes elementos que apontam sua participação na organização criminosa' — posição oposta à que adotara na terceira fase, quando foi contrária às cautelares.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 09/09/2026
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Evidências
- CCorroboradoEm 11/07/2026, dois dias após a busca e apreensão da 10ª fase, André Mendonça determinou a apreensão do passaporte de Thiago Miranda, proibição de deixar o país com inclusão no Sistema de Tráfego Internacional e proibição de solicitar novo documento de viagem, advertindo que o descumprimento geraria prisão preventiva. O fundamento foi risco concreto de fuga: ele tinha passagem aérea marcada para Miami em 13/07, e a representação apontava ainda frequentes trocas de aparelhos celulares, o anúncio de encerramento da agência e o cancelamento de uma viagem na véspera da operação. A monitoração por tornozeleira chegou a ser requerida ao STF por um parlamentar, mas não foi deferida. Ele nunca foi preso. Diferentemente do que ocorreu na terceira fase, a Procuradoria-Geral da República manifestou-se FAVORAVELMENTE às medidas desta fase, afirmando haver 'fortes elementos que apontam sua participação na organização criminosa'.
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