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Master realizou ao menos R$ 1,1 bilhão em operações 'bate e volta' com Tanure
Metrópoles (coluna Demétrio Vecchioli)publicada em 24/07/2026capturada em 06/09/2026Imprensa
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Trecho literal: 'o banco Master realizava ao menos R$ 1,112 bilhão em operações em que emprestava dinheiro a empresas ligadas ao investidor Nelson Tanure e, em até uma semana [...] repassava o crédito para fundos caixa preta.' É o fluxo inverso ao das debêntures — o Master emprestando a empresas de Tanure, não Tanure capitalizando o Master — e mede fenômeno distinto dos valores citados em outras reportagens.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 06/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoOs valores de R$ 2,5 bilhões (Revista Oeste/Malu Gaspar, 14/01/2026) e R$ 1,6 bilhão ('ao menos', Bloomberg Línea, 24/03/2026) tratam do mesmo fenômeno — capitalização do Banco Master por Tanure via debêntures da Banvox Holding — com apurações de datas e metodologias diferentes; a da Bloomberg é posterior, mais específica (nomeia os veículos Estocolmo e Aventti Strategic Partners LLP) e explicitamente um piso mínimo, compatível com ser subconjunto do número do Globo. Um terceiro valor, R$ 1,112 bilhão (Metrópoles/Vecchioli, 24/07/2026), mede o fluxo INVERSO — o Master emprestando a empresas de Tanure e repassando o crédito a fundos 'caixa preta' em até uma semana — e não deve ser somado nem contraposto aos outros dois.
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