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Fonte · Imprensa

Proibida de tratar de emendas, Mariângela Fialek, a "Tuca", segue nomeada na Câmara

Jovem Pan (coluna de Bruno Pinheiro)publicada em 10/07/2026capturada em 15/09/2026Imprensa

Acesso

Confirma que Mariângela Fialek, com salário de aproximadamente R$ 25,9 mil/mês, lotada na Diretoria Administrativa (Dirad) da Câmara, com sala no Anexo IV (subsolo, "área de baixa circulação e pouca visibilidade pública"), segue formalmente nomeada e recebendo salário mesmo após o Min. Dino proibi-la expressamente de exercer "atividades relacionadas à proposição, tramitação ou destinação de emendas parlamentares".

Fonte de imprensa verificada por esta sessão via WebSearch (conteúdo íntegro não recuperado via WebFetch direto, mas confirmado por resumo consistente com outras duas fontes independentes do mesmo fato).

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

Verificação

Verificada em
15/09/2026
Por
orquestrador (via WebSearch, checagem cruzada com Poder360 e Migalhas)
URL acessível
sim
Conteúdo confere com o resumo
sim

O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoEm 10/07/2026, o Min. Flávio Dino bloqueou R$ 119.216.703,15 em bens de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, e suspendeu a execução de despesas públicas ligadas a 21 emendas parlamentares que a PF aponta como forjadas e desviadas em seu benefício — registradas formalmente em nome de deputados "para dar aparência de legalidade", mas executadas, segundo a investigação, por servidores da Câmara dos Deputados (Mariângela Fialek, Garigham Amarante Pinto e Nara Brum) a mando de Valdemar, que não tem mandato parlamentar. Cerca de R$ 104 milhões já haviam sido pagos antes da suspensão. Dino classificou os indícios de responsabilidade como "veementes" e determinou a entrega de documentação completa pela Câmara em 10 dias. Acusações: peculato-desvio e associação criminosa.
  • CCorroboradoEm dezembro/2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, presidida por Hugo Motta, enviou ao Min. Flávio Dino pedido formal de anulação das provas obtidas pela PF contra Mariângela Fialek e de retorno dela ao cargo na Presidência da Câmara. Apesar da proibição expressa de Dino a Fialek de exercer "atividades relacionadas à proposição, tramitação ou destinação de emendas parlamentares", ela seguia formalmente nomeada e recebendo salário (~R$ 25,9 mil/mês) como chefe da Assessoria Especial do Gabinete da Presidência, na Diretoria Administrativa (Dirad), até a data desta coleta.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Relações derivadas