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Mendonça mantém sigilo do caso Master e dá mais autonomia para PF nas investigações
Jovem Pan (Estadão Conteúdo)Sarah Américopublicada em 19/02/2026capturada em 23/10/2026Agência de notícias
Acesso
Publica o texto do Estadão Conteúdo com título que fala em manutenção do sigilo; diz que o ministro manteve o caso em sigilo e ampliou o número de pessoas com acesso dentro da PF; apenas quatro peritos autorizados por Toffoli podiam analisar o conteúdo de celulares apreendidos; a PF estimou cerca de cem dispositivos e 20 semanas para um perito; novas investigações devem ser antes requeridas ao relator.
O endereço da página contém "sigilio" (erro de grafia do veículo). Mesma apuração do Estadão Conteúdo registrada no InfoMoney.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
Verificação
- Verificada em
- 23/10/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoSegundo o Estadão Conteúdo (Jovem Pan) e a CartaCapital, até a decisão de 19/02/2026 apenas quatro peritos autorizados por Dias Toffoli podiam analisar o conteúdo dos aparelhos apreendidos.
- AAlegaçãoSegundo a CartaCapital (19/02/2026), Mendonça decidiu reduzir o grau de sigilo do caso Master, que teria passado de grau 4 para 3; o título do InfoMoney (Estadão Conteúdo) também fala em redução, enquanto o Jovem Pan (mesmo texto do Estadão Conteúdo) intitula que o ministro mantém o sigilo, e a notícia do STF e o texto da decisão falam em manutenção do nível III.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Nenhum.
Relações derivadas
Nenhuma.