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Banco Master forjou documentos, aponta relatório da PF
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Relatório da PF, tornado público na quebra de sigilo recente, aponta que o Banco Master fabricava em escala procurações, cédulas de crédito (CCBs) e outra documentação usando dados de clientes do programa CredCesta, com ferramentas de automação de escritório gerando milhares de documentos em lote. A PF documentou manipulação digital sistemática — remoção de datas e exclusão de horários de assinaturas eletrônicas — para dificultar a rastreabilidade da fraude. Os documentos fabricados eram usados como lastro documental para legitimar transações bilionárias com o Banco de Brasília (BRB). O esquema foi descoberto por meio de apresentação institucional apreendida e perícia em dispositivos digitais recuperados, que continham discussões internas explícitas sobre a manipulação.
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- 13/09/2026
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- AAlegaçãoRelatório da PF, tornado público na quebra de sigilo de setembro de 2026, aponta que o Banco Master fabricava em escala procurações, cédulas de crédito (CCBs) e outra documentação usando dados de clientes do CredCesta, com ferramentas de automação gerando milhares de documentos em lote, e manipulação digital sistemática (remoção de datas, exclusão de horários de assinaturas eletrônicas) para dificultar a rastreabilidade. Os documentos fabricados eram usados como lastro documental para legitimar transações bilionárias com o BRB.
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