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Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC
Folhapress (Nathalia Garcia), via Notícias ao Minutopublicada em 18/04/2026capturada em 03/09/2026Imprensa
Acesso
Reportagem sobre os votos do Banco Central obtidos via Lei de Acesso à Informação. Registra que, em 15 de setembro de 2017, Vorcaro compraria de Sabbá ações representativas de 56,87% do capital do banco por R$ 40 milhões, e que a forma de pagamento foi posteriormente alterada para R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em espécie.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- Verificada em
- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoEm 15 de setembro de 2017, Daniel Vorcaro contratou a compra, junto a Saul Dutra Sabbá, de ações representativas de 56,87% do capital do Banco Máxima por R$ 40 milhões. A forma de pagamento foi posteriormente alterada para R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em espécie — ou seja, apenas um décimo do preço saiu em dinheiro, e o restante em cotas do mesmo fundo que, segundo o voto BCB 20/2019, teria recebido recursos originados no próprio Banco Máxima.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Saul Dutra Sabbá · vendedor do controle do Banco Máxima · Daniel Vorcaro AAlegação