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Banco Master: consultoria do negócio milionário do Iprev é condenada
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Cobre a mesma condenação de Renan Foglia Calamia por gestão temerária (juiz Rubens Petrucci Junior, dois anos de prisão em regime aberto, convertidos em prestação de serviços comunitários e multa de oito salários mínimos), pela recomendação, em 2017, de aportes irregulares do Iprem de Santo Antônio de Posse no fundo Horus Vetor, com absolvição quanto a outros investimentos que teriam causado prejuízo de R$ 5,1 milhões. Diverge do Brasil 247 quanto à data da decisão: registra 09/12/2025, não 19/01/2026.
A divergência de data com o Brasil 247 (09/12/2025 aqui, 19/01/2026 naquela) não foi reconciliada; pode refletir a distinção entre data de julgamento e data de publicação/trânsito da decisão.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 10/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoA Justiça Federal em São Paulo condenou Renan Foglia Calamia, em 19/01/2026, a dois anos de prisão em regime aberto (convertidos em prestação de serviços comunitários e multa) por gestão temerária, referente à recomendação, em 2017 — quando a consultoria ainda se chamava PAR Engenharia Financeira —, de aplicação de R$ 1,5 milhão do Iprem de Santo Antônio de Posse no fundo multimercado Horus Vetor, incompatível com as regras de RPPS. É o mesmo instituto que, quase uma década depois, voltou a investir por indicação da mesma consultoria — agora no Banco Master.
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