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Investigado por atuação no RioPrevidência, lobista do Master fraudou negócios do antigo Trump Hotel na Barra
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Ricardo Siqueira Rodrigues — o mesmo operador apontado pela PF como intermediário dos aportes do RioPrevidência no Banco Master — foi condenado pela CVM em dezembro de 2024 por fraude no empreendimento imobiliário LSH Hotel (que teve licença para usar a marca Trump, na Barra da Tijuca): R$ 17,7 milhões de condenação individual, dentro de uma fraude total estimada em R$ 45 milhões no projeto. Segundo a decisão, votou pela aprovação de um laudo que sabia estar inflacionado, "com consciência de que havia vantagem indevida envolvida no esquema" — caracterizado pela CVM como "operação fraudulenta, atuação irregular no mercado de valores mobiliários e quebra do dever de diligência". Co-réu no processo: Paulo Figueiredo Filho, sócio no empreendimento.
Verificado por leitura direta da reportagem (WebFetch), não apenas resumo de busca. Não confirmado, nesta coleta, se a condenação já transitou em julgado ou segue em recurso.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 13/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoRicardo Siqueira Rodrigues foi condenado pela CVM em dezembro de 2024 — antes, portanto, do episódio RioPrevidência/Banco Master — por fraude no empreendimento imobiliário LSH Hotel (que teve licença para usar a marca Trump, na Barra da Tijuca): R$ 17,7 milhões de condenação individual, dentro de uma fraude total estimada em R$ 45 milhões no projeto. Votou pela aprovação de um laudo que sabia estar inflacionado. Co-réu: Paulo Figueiredo Filho, sócio no empreendimento.
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