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Entenda como o Rio investiu R$ 3 bi no Master e para onde foi o dinheiro
Acesso
Cobertura da 8ª fase da Operação Compliance Zero, mesmo dia da decisão do STF que autorizou busca na casa de Cláudio Castro. Confirma que a origem do caso é a Operação Barco de Papel, com os R$ 970 milhões em letras financeiras entre outubro de 2023 e julho de 2024, e registra que a nova fase soma ao caso mais recursos aplicados em fundos de investimento do mesmo banco, totalizando 'cerca de R$ 3 bilhões' sob investigação enquanto Cláudio Castro governava o estado. Cita, com base em dados do Ministério da Previdência até fevereiro de 2026, que 19 entes federativos — e não mais 18 — haviam aplicado no banco liquidado, incluindo Amprev (R$ 400 milhões), Maceió (R$ 97 milhões), São Roque (R$ 93,1 milhões) e Cajamar (R$ 87 milhões).
O número de entes subiu de 18 (levantamento de 19/11/2025, usado como base desta investigação) para 19 (levantamento até fevereiro de 2026) — o décimo nono ente não foi nomeado nesta reportagem nem localizado em outra fonte consultada pela equipe até 10/09/2026.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
Verificação
- Verificada em
- 10/09/2026
- Por
- orquestrador (captura local e leitura integral)
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- sim
- Conteúdo confere com o resumo
- sim
O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoLevantamento do Ministério da Previdência até fevereiro de 2026, citado pela CNN, aponta 19 entes federativos com aplicações no Banco Master — um a mais que os dezoito do levantamento de 19/11/2025 que baseou a abertura desta frente investigativa; o décimo nono ente não foi nomeado na reportagem nem localizado pela equipe em outra fonte.
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