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Terreno de Jaques Wagner valorizou 11.400% após rodovia projetada por ele
Acesso
Com base em reportagem da Folha de S.Paulo, informa que Wagner comprou o terreno em 20/03/2000 por R$ 28 mil da Traneves Patrimonial, representada por Antonoaldo Grangeon Trancoso Neves, e tentou vendê-lo por R$ 15 milhões à Lagoons Empreendimentos, de que Alex Grangeon Trancoso Neves é sócio, com valorização de 11.400%; que a Via Metropolitana, projetada na gestão Wagner e inaugurada em 19/06/2018, cortou parte do terreno; e que o cartório de Camaçari impediu a transmissão por decisão de André Mendonça. Cita Wagner: "talvez tenha sido a única obra feita na Bahia para benefício dos baianos que não teve pago desapropriação".
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 15/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoA escritura de venda do terreno de Camaçari foi apresentada a registro em 19/06/2026, dia seguinte à 9ª fase da Compliance Zero, e o cartório averbou a indisponibilidade decorrente da PET 16.230, de modo que o imóvel permaneceu em nome de Jaques Wagner.
- CCorroboradoJaques Wagner adquiriu o terreno em Tererê, distrito de Abrantes, Camaçari, por escritura de março de 2000, e o declarou ao TSE em 2018 por R$ 28 mil; segundo a Folha, reproduzida pela CNN, o vendedor foi a Traneves Patrimonial, representada por Antonoaldo Grangeon Trancoso Neves.
- AAlegaçãoEm entrevista à Rádio Andaiá, reproduzida por CNN Brasil e O Tempo, Jaques Wagner afirmou que a Via Metropolitana "cortou lá um pedaço do terreno e eu digo 'não vou cobrar nenhuma desapropriação'" e que foi "talvez a única obra feita na Bahia para benefício dos baianos que não teve pago desapropriação".
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Traneves Patrimonial · vendeu-lhe o terreno de Camaçari em 2000 (segundo a Folha) · Jaques Wagner AAlegação