Pessoa · Empresário
Mario Umberto Degani
Fundador do Resort Tayayá e sócio da DGEP Empreendimentos; primo do ministro Dias Toffoli
Também: Beto Degani
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O que significam D, C, A e I?
- DDocumental direto
- Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
- CCorroborado
- Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
- AAlegação
- Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
- IInferência
- Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.
Detalhe em metodologia.
Resumo
Empresário de Ribeirão Claro (PR), conhecido como Beto Degani. Segundo a imprensa, é primo do ministro Dias Toffoli — filho de Iracema Dias Degani, irmã da mãe do ministro —, comprou em 2000, com o advogado Euclides Gava, as terras onde surgiu o Resort Tayayá e esteve na DGEP Empreendimentos e Participações, incorporadora do empreendimento. Vendeu sua parte no resort em julho de 2025 ao advogado Paulo Humberto Barbosa e a empresas ligadas a ele. Foi citado nos Requerimentos 160 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado, do senador Alessandro Vieira, como tendo relação societária com a Maridt ou a DGEP, empresas que transferiram cotas do resort ao fundo Arleen e à PHD Holding.
Por que está no Novelo?
É o terceiro nome, ao lado dos irmãos Dias Toffoli, cuja oitiva a CPI do Crime Organizado vinculou à cadeia societária do Tayayá e ao fundo Arleen, ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro.
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
- Posição não localizada
A reportagem do Jornal de Brasília registra não ter conseguido falar com ele; nenhuma manifestação pública localizada.
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- Não se sabe se ele próprio foi convocado por requerimento autônomo da CPI nem se consta como investigado em processo do STF; os documentos lidos só o citam na justificação dos requerimentos sobre os irmãos Dias Toffoli.
- As fontes descrevem de modo diferente a ligação dele com a DGEP (sócio-fundador segundo uma, incorporadora registrada em 2006 segundo outra); os atos na Junta Comercial não foram consultados.
Linha do tempo0
Nenhum evento datado no corpus.
Mais bem documentadas0
As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.
Nenhuma relação registrada no corpus.
Relações por categoria0
Nenhuma relação registrada no corpus.
Negócios e transações0
Nenhuma transação documentada no corpus.
Documentos1
- Requerimentos 160/2026 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado (Maridt, DGEP e fundo Arleen)Ato legislativo · 27/01/2026 · oficial
Evidências0
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
Nenhuma evidência ligada.
Fontes3
1 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- Primo de Toffoli expandiu hospedagem de luxo ao lado de resort em Ribeirão Claro (PR)Jornal de Brasília · 27/01/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Casas de luxo a sócios e cuidados para ocultar sociedade — a longa ligação de Toffoli com o TayayáFatoNews · 20/03/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Requerimentos 160/2026 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado — Alessandro Vieira liga Maridt, DGEP e o fundo ArleenSenado Federal · 27/01/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 12/09/2026
- Atualizado
- 12/09/2026
- Revisão
- published
- Revisor
- orquestrador
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