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Organização · Empresa

DGEP Empreendimentos e Participações

Também: DGEP Empreendimentos

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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Empresa de Ribeirão Claro (PR) ligada à incorporação do Resort Tayayá, registrada para a obra em 2006 segundo a imprensa. O Requerimento 160/2026 da CPI do Crime Organizado a descreve como detentora de participação no Tayayá Aqua Resort, ao lado da Maridt, e diz que ambas transferiram cotas ao fundo Arleen e à PHD Holding. Mario Umberto Degani, primo do ministro Dias Toffoli, é apontado como tendo relação societária com ela.

Por que está no Novelo?

É a segunda empresa, além da Maridt, pela qual a CPI do Crime Organizado liga o resort Tayayá ao fundo Arleen, ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação da empresa ou de seus sócios localizada; a reportagem do Jornal de Brasília não conseguiu falar com Mario Umberto Degani.

    Fontes: Jornal de Brasília

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • CNPJ, quadro societário e datas de entrada e saída dos sócios não foram conferidos em registro oficial pelo acervo.
  • A razão social da holding que comprou as cotas aparece como PHD Holding no requerimento do Senado e como PHB Holding em outras fontes; a grafia oficial não foi confirmada.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • CCorroboradoResort Tayayáincorporadora do resort; cotas transferidas ao fundo Arleen, segundo a CPI2006

Relações por categoria1

Societário 1

Resort Tayayá· incorporadora do resort; cotas transferidas ao fundo Arleen, segundo a CPICCorroboradoNão verificadodesde 2006
SocietárioSocietárioconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

A DGEP Empreendimentos foi registrada em 2006 como incorporadora do Tayayá, segundo o Fato News. Os requerimentos 160 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado afirmam que a Maridt e a DGEP transferiram cotas do resort ao fundo Arleen; a afirmação é do autor dos requerimentos.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • DDocumental diretoNos Requerimentos 160 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado, de 27/01/2026, o senador Alessandro Vieira justificou a convocação dos irmãos José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli — e citou Mario Umberto Degani — afirmando que Maridt e DGEP transferiram cotas do resort Tayayá ao fundo Arleen, administrado pela antiga Reag Trust, alvo da Operação Carbono Oculto, e que os vínculos familiares do relator do caso Master com os sócios levantam suspeitas de "utilização de influência institucional para fins privados".

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos1

Evidências1

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    Nos Requerimentos 160 e 161/2026 da CPI do Crime Organizado, de 27/01/2026, o senador Alessandro Vieira justificou a convocação dos irmãos José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli — e citou Mario Umberto Degani — afirmando que Maridt e DGEP transferiram cotas do resort Tayayá ao fundo Arleen, administrado pela antiga Reag Trust, alvo da Operação Carbono Oculto, e que os vínculos familiares do relator do caso Master com os sócios levantam suspeitas de "utilização de influência institucional para fins privados".

    documentofonte

Fontes3

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
12/09/2026
Atualizado
12/09/2026
Revisão
published
Revisor
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