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Deputados do PT pedem investigação de Nunes Marques por possíveis vínculos com Master
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Os mesmos pedidos de Rui Falcão e Rogério Correia ao STF (investigação, envio à PGR, plenário ou sorteio a ministro sem impedimento); a representação cita o contrato de honorários "de até R$ 427 milhões" do escritório de Camilla Ewerton Ramos e a expressão "Turma do KN"; registra que Nunes Marques nega ter recebido recursos de Vorcaro, trocado mensagens com ele ou autorizado terceiros a falar em seu nome, e que não se manifestou sobre a nova representação quando procurado; o escritório reconhece o contrato e diz não ter recebido honorários.
O texto informa que as informações são da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo (original não aberto). Não informa número da petição. Traz episódios citados pelos deputados (pagamentos ao filho do ministro, imóvel, viagem, mensagem de ex-diretor do banco) que ficam fora deste lote.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 16/10/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoSegundo o Poder360 e o Times Brasil (12/10/2026), os deputados federais Rui Falcão (PT-SP) e Rogério Correia (PT-MG) apresentaram ao STF notícia de fato pedindo a investigação do ministro Nunes Marques, presidente do TSE, por possíveis vínculos com o Banco Master, o envio dos fatos à PGR e a análise pelo Plenário ou por ministro sem impedimento ou suspeição; a petição cita o contrato de honorários do escritório de Camilla Ramos, a expressão "Turma do KN" e o julgamento da Destilaria Alcídia, e enquadra os fatos em tipos penais que são formulação dos autores.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.