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Namorada de Andrei fez lobby para Ambipar, alvo da PF na Compliance Zero
Acesso
Com base em registros do e-Agendas (CGU), mostra Renata Varandas em quatro reuniões federais em 2026 (25/02, 17/03, 08/05, 20/07) representando a Ambipar — em três delas constando como 'Diretora de Relações Governamentais' da empresa. Detalha as reuniões: com o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e com o então presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, sobre a resolução 398 do Conama; com o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), com executivos da PowerChina presentes; e com o procurador-geral adjunto do Banco Central, Erasto Villa Verde de Carvalho Filho, sobre 'assuntos institucionais' da Ambipar. Explica que a Ambipar é investigada na Compliance Zero por um mecanismo distinto do já conhecido (Texas I FIA/Rioprevidência): venda de títulos de crédito 'podres' do Master ao BRB, com busca e apreensão na residência da então vice-diretora da Ambipar, Luciana Freire Barca Nascimento, em 14/01/2026 (2ª fase da operação). O Poder360 procurou Renata Varandas via WhatsApp perguntando a natureza do vínculo, os serviços prestados e se Andrei tinha conhecimento — sem resposta até a publicação. Não há manifestação da Ambipar nem de Andrei Rodrigues.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- Verificada em
- 06/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoA Ambipar é alvo de DUAS linhas distintas de apuração na Operação Compliance Zero, não uma só: (1) já registrada no corpus — manipulação de preço de suas ações via compra coordenada pela Trustee DTVM, no mecanismo Texas I FIA, causando prejuízo de R$ 135,1 milhões ao Rioprevidência; (2) achado novo — venda de títulos de crédito 'podres' do Banco Master ao BRB envolvendo a empresa, com busca e apreensão na residência da então vice-diretora Luciana Freire Barca Nascimento em 14/01/2026 (2ª fase da operação). São mecanismos e frentes de apuração diferentes, ainda que a mesma empresa apareça nas duas.
- IInferênciaNão foi localizada, em nenhuma fonte disponível, qualquer ação, omissão, reunião ou decisão de Andrei Rodrigues especificamente vinculada ao relacionamento com Renata Varandas ou ao lobby dela para a Ambipar. Seu afastamento cautelar em 08/09/2026 (Pet 16.662) teve motivo diverso e já apurado no corpus por leitura direta da decisão (lote 105): monitoramento ilícito do ministro André Mendonça pela PF, matéria que Mendonça tratou expressamente como não relacionada às alegações do Partido Novo. A sobreposição temporal entre o relacionamento, o lobby e a gestão de Andrei na PF é real e documentada, mas não configura, por si só, prova de conduta irregular dele — é indício de conflito de interesse potencial, registrado como tal.
- AAlegaçãoRegistros oficiais do e-Agendas (CGU) mostram Renata Varandas — namorada pública do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, desde pelo menos 31/01/2025 — em quatro reuniões federais ao longo de 2026 (25/02, 17/03, 08/05, 20/07) representando a Ambipar, empresa investigada na Operação Compliance Zero. Em três delas consta como 'Diretora de Relações Governamentais' da Ambipar: com o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e o então presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, sobre a resolução 398 do Conama; com o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), com executivos da PowerChina; e com o procurador-geral adjunto do Banco Central, Erasto Villa Verde de Carvalho Filho, sobre 'assuntos institucionais' da empresa. É lobby formal, registrado em sistema público oficial — não há, nas fontes disponíveis, qualquer indício de atuação irregular ou não registrada.
Documentos
Nenhum.
Eventos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.