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Ataque coordenado por Vorcaro contra BC seguiu cartilha de agência com contratos de R$ 8 milhões
Notícias ao Minutopublicada em 2026capturada em 09/09/2026Imprensa
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Detalha a dimensão financeira do 'Projeto DV': cerca de R$ 8 milhões em contratos assinados pela agência MiThi, dos quais R$ 3,5 milhões efetivamente repassados a influenciadores entre o fim de dezembro de 2025 e 5 de janeiro de 2026, com teto de R$ 2 milhões por perfil e cláusula de confidencialidade com multa de R$ 800 mil.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 09/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoÉ neste ponto que o caso de Thiago Miranda se decide, e as duas leituras partem da mesma cifra. Daniel Vorcaro comprou 10% do Portal Leo Dias de Thiago Miranda por R$ 3,5 milhões, pagos por meio da Super Empreendimentos e Participações — a holding ligada a Vorcaro e a Fabiano Zettel. E foram exatamente R$ 3,5 milhões os valores que Miranda repassou a influenciadores entre o fim de dezembro de 2025 e 5 de janeiro de 2026, no âmbito do 'Projeto DV'. A defesa sustenta que os recursos empregados na campanha eram próprios, produto da venda da participação; a Polícia Federal sustenta que vieram do esquema, transferidos pela Super. Como o pagamento da venda também partiu da Super, trata-se da mesma origem lida de dois modos opostos: dinheiro que se tornou dele por um negócio lícito, na versão da defesa, ou repasse do esquema com aparência de contraprestação, na da investigação. Nenhuma fonte localizada apresenta a documentação bancária que permitiria distinguir as duas hipóteses.
- CCorroboradoDimensão financeira e método do 'Projeto DV', segundo a investigação e o depoimento de Thiago Miranda: cerca de R$ 8 milhões em contratos assinados pela agência MiThi, com teto de R$ 2 milhões por perfil, faixas mensais entre R$ 30 mil e R$ 1,5 milhão e prazos de um mês a um ano; R$ 3,5 milhões efetivamente repassados entre o fim de dezembro de 2025 e 5 de janeiro de 2026. Os contratos traziam cláusula de confidencialidade com multa de R$ 800 mil. O método descrito é a distribuição de briefing com reportagem-base e roteiro de pontos a destacar, por grupos de mensagens individuais: a linha argumentativa sustentava que o Banco Central agira com pressa, que a liquidação favoreceria concorrentes interessados em ativos baratos e que havia disputa política por trás da intervenção. A Febraban identificou de forma independente um pico de volume atípico concentrado em cerca de 36 horas, entre 27 e 29 de dezembro de 2025, com mais de 4.500 publicações no auge e padrão de linguagem similar, mas declarou que seus levantamentos têm caráter interno e não os divulgou. O alvo nominal mais recorrente da campanha era Renato Dias Gomes, ex-diretor do Banco Central que havia recomendado vetar a compra do Master pelo BRB. Não foi localizada manifestação institucional do Banco Central sobre ter sido alvo de campanha paga.
Documentos
Nenhum.
Eventos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.