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PF diz que Vorcaro pagava influenciadores para questionar o BC
Metrópolespublicada em 2026capturada em 09/09/2026Imprensa
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Aponta que os pagamentos aos influenciadores foram operacionalizados por Thiago Miranda com recursos transferidos pela Super Empreendimentos e Participações, empresa ligada a Daniel Vorcaro e ao cunhado Fabiano Zettel, com os contratos assinados pela agência MiThi.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- Verificada em
- 09/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoÉ neste ponto que o caso de Thiago Miranda se decide, e as duas leituras partem da mesma cifra. Daniel Vorcaro comprou 10% do Portal Leo Dias de Thiago Miranda por R$ 3,5 milhões, pagos por meio da Super Empreendimentos e Participações — a holding ligada a Vorcaro e a Fabiano Zettel. E foram exatamente R$ 3,5 milhões os valores que Miranda repassou a influenciadores entre o fim de dezembro de 2025 e 5 de janeiro de 2026, no âmbito do 'Projeto DV'. A defesa sustenta que os recursos empregados na campanha eram próprios, produto da venda da participação; a Polícia Federal sustenta que vieram do esquema, transferidos pela Super. Como o pagamento da venda também partiu da Super, trata-se da mesma origem lida de dois modos opostos: dinheiro que se tornou dele por um negócio lícito, na versão da defesa, ou repasse do esquema com aparência de contraprestação, na da investigação. Nenhuma fonte localizada apresenta a documentação bancária que permitiria distinguir as duas hipóteses.
Documentos
Nenhum.
Eventos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.