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Vorcaro diz que doações a Tarcísio e Bolsonaro em 2022 eram propina
Metrópolespublicada em 03/09/2026capturada em 03/09/2026Imprensa
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Relata alegação feita por Vorcaro em terceira proposta de delação premiada, rejeitada pela PF e pela PGR por 'ausência de fatos novos', com as negativas de Gilberto Kassab e da campanha de Tarcísio de Freitas.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoEm proposta de delação premiada apresentada em depoimento de 27/08/2026 na Papuda e rejeitada pela terceira vez pela PF e pela PGR — por 'ausência de fatos novos' —, Vorcaro alegou que R$ 5 milhões doados em 2022 pelo cunhado Fabiano Zettel às campanhas de Tarcísio de Freitas (R$ 2 milhões) e Jair Bolsonaro (R$ 3 milhões) constituíam 'contrapartidas financeiras' de um 'ajuste indevido com Gilberto Kassab' para manter o Credcesta em vigor no governo de São Paulo. Kassab negou: 'Refuto com veemência' e 'Nunca tratei de doações com Augusto Lima ou Daniel Vorcaro'. A equipe de Tarcísio afirmou que a campanha teve mais de 600 doadores e seguiu a legislação eleitoral. A alegação foi formalmente descartada pelos investigadores até a data desta atualização.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Daniel Vorcaro · alegação de doação-propina via Kassab, rejeitada pelos investigadores · Tarcísio de Freitas AAlegação