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Vorcaro ordenou devassa contra jornalista do jornal O Globo
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Detalha a devassa determinada contra a jornalista Malu Gaspar, de O Globo, entre março e abril de 2025: levantamento de dados pessoais, familiares, endereço, contas bancárias e informações veiculares, executado pelo publicitário Thiago Miranda, que teria informado não ter encontrado nada comprometedor. Trecho atribuído a Vorcaro: 'Vamos ter que tentar pegar algo dessa mulher no pessoal'. Registra ainda tentativa de cooptação — proposta de contratá-la por R$ 120 mil mensais mais R$ 1,5 milhão de luvas para interromper as apurações — e reclamação de Vorcaro de que 'Malu e Lauro vieram com mais fúria após a aproximação'.
Em 16/10/2026 a página traz a data de 02/07/2026 e grafa a mensagem como "vieram com mais fúria após a abordagem", não "aproximação" como no resumo acima, redigido em 09/09/2026; a página também diz que o salário discutido foi de R$ 120 mil e as luvas de R$ 1,5 milhão, sem afirmar que a proposta chegou à jornalista.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 09/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoEntre março e abril de 2025, Daniel Vorcaro determinou levantamento de dados pessoais da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, em razão de sua cobertura sobre o Banco Master: familiares, endereço, contas bancárias e informações veiculares. A execução é atribuída ao publicitário Thiago Miranda, que teria informado não ter encontrado nada comprometedor. Trecho atribuído a Vorcaro: 'Vamos ter que tentar pegar algo dessa mulher no pessoal'. Segundo mensagens reproduzidas pela CNN Brasil e pela Gazeta do Povo, Vorcaro e Miranda trataram de uma possível contratação dela (a CNN cita 'Luva de 1,5 mm e salário de 120k'); as fontes lidas não registram que a proposta tenha chegado a ela nem resposta dela. Em outra mensagem, Vorcaro reclama que ela e o jornalista Lauro Jardim teriam reagido com mais intensidade após uma abordagem. Em 04/03/2026, Abraji (cuja nota nomeia Lauro Jardim), ANJ e Fenaj repudiaram, em termos gerais, as tentativas de intimidar jornalistas reveladas na operação. Em 02/07/2026, a ANJ repudiou especificamente o levantamento sobre Malu Gaspar, e a Abraji, ataques on-line contra ela após reportagem sobre conversas entre Alexandre de Moraes e Gabriel Galípolo. Apuração jornalística registra que quatro pessoas constam nominalmente da decisão como alvos de monitoramento, mas que o número total pode passar de vinte; entre os alvos há também funcionários das residências de Vorcaro, não identificados nominalmente.
Documentos
Nenhum.
Eventos
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Atos públicos
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Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.