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PF: Thiago Miranda coagiu e intimidou ao menos duas jornalistas; veja quem

CNN Brasilpublicada em 09/07/2026capturada em 16/10/2026Imprensa

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Segundo a PF, na decisão de André Mendonça, Thiago Miranda tentou coagir as jornalistas Malu Gaspar (O Globo) e Consuelo Dieguez (piauí) e pressionou o consultor Renato Breia, da Nord Investimentos, a retirar do ar conteúdo negativo ao Banco Master. Dieguez recusou retirar o texto e orientou o envio de carta à revista; Breia retirou o conteúdo, e a PF registra a contrariedade dele com a abordagem. A matéria traz a nota da defesa de Miranda, que nega irregularidades e diz que ele está à disposição das autoridades.

Título e resumo corrigidos em 16/10/2026 (lote 356) pela página atual (publicada em 09/07 às 17h12, atualizada em 10/07 às 09h22; o endereço antigo, com "tres", redireciona). O registro de 09/09/2026 trazia o título "PF diz que Thiago Miranda coagiu e intimidou três jornalistas; veja quem" e atribuía a esta página a mensagem de Miranda a Vorcaro sobre a remoção do conteúdo de Breia e a nota da Nord e de Breia; a página lida em 16/10 não traz nem uma nem outra, e a expressão "à disposição das autoridades" que aparece nela é da defesa de Miranda. A nota da Nord e de Breia está na fonte do Brasil de Fato (src-brasildefato-2026-07-10-vorcaro-ofereceu-dinheiro-para-influenciadores-criticarem-o-bc-nas-redes-segundo-a-pf).

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
16/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • IInferênciaA decisão do STF aponta o uso da plataforma 'NEXTBUSCAS.PRO', associada a esquemas de venda não autorizada de dados pessoais sigilosos, no levantamento sobre a jornalista Malu Gaspar — que incluiu estimativa de renda, operações de cartão de crédito, movimentações bancárias, estrutura familiar e dados de veículo. A apuração da equipe não conseguiu identificar quem opera a plataforma, se ela permanece em funcionamento, nem localizar investigação específica sobre ela. Alerta metodológico registrado para evitar erro futuro: foram examinadas três operações policiais contra painéis de venda de dados sigilosos e NENHUMA está documentalmente ligada a esta plataforma — uma delas atingiu serviço de nome semelhante mas distinto, e outra não nomeia publicamente a plataforma atingida. O corpus não estabelece vínculo entre a NextBuscas e essas operações. O tema constitui ângulo de interesse público autônomo — a existência de um mercado clandestino capaz de entregar renda, cartão e movimentação bancária de uma jornalista mediante pagamento —, mas hoje o acervo tem apenas o nome da plataforma citado em decisão judicial.
  • CCorroboradoReações das pessoas e instituições alvo do monitoramento atribuído a Thiago Miranda, registradas para contraditório e para dimensionar o alcance. Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco, alvo de levantamento que a PF atribui a Miranda: procurado, o banco informou que não iria comentar, e não foi localizada manifestação posterior. Consuelo Dieguez, da revista piauí: recusou retirar o texto e orientou o envio de carta à revista, segundo a decisão; confirmação ou nota da revista sobre o episódio não foi localizada. Renato Breia, da Nord Investimentos, foi o único que atendeu ao pedido: havia publicado, em outubro de 2024, recomendação para que clientes não investissem no CDB do Master e, segundo a decisão citada pela CNN Brasil e pelo Brasil de Fato, retirou o conteúdo, manifestando contrariedade com a abordagem. Em nota reproduzida pelo Brasil de Fato (10/07/2026), a Nord e Breia confirmaram o contato e disseram que ele está à disposição das autoridades. No caso da jornalista Malu Gaspar, O Globo repudiou em nota a devassa, e Abraji e ANJ publicaram notas em 02/07/2026 (a da Abraji trata de ataques on-line contra ela) — a ANJ classificou a conduta como 'métodos mafiosos'.

Documentos

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Eventos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas

Nenhuma.