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Produtora de Dark Horse, Karina Gama relata suposta ameaça e diz não ter nada a delatar
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Traz a versão de Karina Ferreira da Gama sobre a pressão relatada no mesmo dia da Operação Make Up: diz ter sido procurada por pessoas que se identificaram como oficiais de justiça, sem exibir documentação, que tocaram a campainha de sua casa por volta das 21h e a questionaram, além de fornecedores e familiares ligados a suas empresas. Relata também contato de um pastor evangélico de Brasília, apontado como próximo a políticos de esquerda, que teria oferecido ajuda e sugerido que ela fizesse um acordo de delação premiada para evitar pena mais dura. Gama nega ter o que delatar sobre o financiamento do filme: diz nunca ter arrecadado dinheiro nem tratado com financiadores, afirma ter apenas prestado serviços de produção mediante remuneração, e que recebeu recursos do fundo Havengate sem nunca saber quem o financiava.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- Verificada em
- 10/09/2026
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- orquestrador (leitura integral via WebFetch)
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoKarina Ferreira da Gama afirma que nunca arrecadou dinheiro nem tratou com financiadores do filme 'Dark Horse', tendo apenas prestado serviços de produção mediante remuneração, e que recebeu recursos do fundo Havengate sem nunca saber quem o financiava.
- CCorroboradoKarina Ferreira da Gama registrou em cartório uma ata notarial relatando ter sido pressionada por pessoas ligadas ao governo Lula a prestar depoimento incriminando o senador Flávio Bolsonaro, sob a insinuação de que seria presa caso não o fizesse — documento encontrado e apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Make Up, em 10/09/2026.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.